terça-feira, 21 de novembro de 2017

Como vai ser o Natal?

Eu sei, eu sei, ainda estamos em Novembro e eu já venho para aqui falar do Natal. A questão é que lá por casa já se começa a falar do Natal. E não, não é sobre as prendas, sobre os chocolates, sobre as batatas cozidas, a questão gira em volta da fatídica pergunta: "Onde vamos passar o Natal?". Não sei quanto a vocês, mas este ano a coisa começa a fazer-me alguma comichão.
No ano passado, apesar de já partilharmos a mesma pasta dos dentes, optámos por passar cada um com a sua família. E a coisa correu muito bem! Este ano a coisa parece que ganhou outra dimensão (caramba que as pessoas complicam) e andámos tipo bola de ping pong. Eu puxo para o meu lado, claro está, não me imagino a passar o Natal sem os meus. Ele puxa para os dele. Juntar todos seria uma opção, mas a minha família está a 60 km de distância, e não sendo muito, nesse dia parece que é uma distância gigante. Eu (como sempre bastante pragmática) resolvi a situação com "Fazemos como no ano passado". Mas imaginem, ele não gostou muito da ideia. Sendo assim continuámos a chutar este debate para o dia seguinte. Já estamos naquela fase em que ninguém quer debater sobre o assunto...desconforto.
Como quem não quer a coisa tenho sondado os nossos amigos para ver como é que eles fazem, mas todos eles dizem o mesmo "este ano na casa de um, ano seguinte na casa do outro"
, mas imaginem, eu não gosto dessa ideia.
E vocês como é que fazem? Já não sei se este é um tema complexo ou se nós é que somos complicados...

sábado, 18 de novembro de 2017

Sobre os dias maus...

Ontem foi um dia mau, não foi um dia terrível, horrível, não, não foi o drama, mas foi um dia mau. Pela milésima vez "levei na cabeça", no meu trabalho, por um erro que não era meu. E fiquei triste, chateada, com vontade de dizer "Meus amigos, sendo assim, vou à minha vida e deixo-vos com a vossa razão". Mas (lá está, há sempre um mas) exactamente no momento em que pensei nisso pairou sobre mim a nuvem da responsabilidade "Ah, não faças isso, tens contas para pagar", "Ah e depois vais trabalhar onde?", "E se não arranjas mais nada?". E por isso, pela milésima vez fiquei caladinha no meu canto e o máximo que fiz foi sair na minha hora certa (sim, sim, eu sei que sou super rebelde). Apesar disso, fui para casa pensar, pensar se realmente vale a pena isto tudo. Se vale a pena estar sempre chateada com estas coisas e se realmente o dinheiro que se recebe compensa o facto de andar mais vezes chateada e triste do que satisfeita e feliz. Bem sei que todos os trabalhos têm os seus quês e que mesmo que mude os problemas não irão desaparecer mas existe sempre a vontade de experimentar algo melhor ou pelo menos experimentar um sítio onde o nosso trabalho é reconhecido e onde somos tratados com respeito e igualdade independentemente da formação que se tenha. Estarei a ser idealista? Ingénua?Sonhadora? Não sei, talvez sim, mas acreditem ou não continuo a pensar que deverão existir sítios onde as pessoas trabalham realizadas, felizes, satisfeitas, pelo menos a maior parte do tempo...

P.S: E sim, provavelmente depois deste post posso ser despedida. E sim, provavelmente nem sempre devemos dizer (ou escrever) o que pensámos. Ainda vivemos numa realidade em que quem demonstra uma opinião diferente da entidade patronal não tem grande margem de sobrevivência dentro da entidade.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Realidade meio do mês!

Está frio, apetece comer bolos mas não apetece fazê-los, apetece desatar a comprar botas e casacos, mas não há dinheiro, não apetece estender a roupa mas não dá para fugir disso. Tudo isto para vos dizer que por estes lados não há grande vontade para trabalhar.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

É oficial...

Este fim de semana em conversa cheguei à conclusão que nos anos anteriores era raro (bastante raro até) ficar doente. Tirando as alergias na época da Primavera, o meu ano era habitualmente pacífico. Contudo, este ano a coisa inverteu-se, e eu de uma funcionária que raramente falta dei por mim a ter que sair a meio do trabalho por não estar no meu melhor. Desde o início do ano conto já com uma gripe, dois problemas de estômago (um deles levou-me para o hospital), um problema com as lentes que me levou directamente para o oftalmologista e meses mais tarde tive um endema no olho. Não sendo nada de grave (felizmente) têm sido coisas que para além de me chatearem (quem é que gosta de estar doente?) levam-me a pensar que cada vez mais tenho que preocupar-me com o que mando aqui para dentro, com os hábitos e com a vida que levo. E isto é chato, é uma merda até, porque significa que temos que ter cuidado com coisas que até então não existiam no nosso vocabulário. Uma das coisas que me tem custado mais é preocupar-me com aquilo que como. Um exemplo:eu adoro queijo, queijo de todas as cores e feitios, e agora quando vou jantar fora e me deparo com uma taça de queijo sei que já não posso atacar 30 tostas como antigamente, porque se o fizer no dia a seguir vou estar a sopa e chá. É uma seca!

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Como assim??

Já passou um mês desde a última vez que aqui apareci. E gostava de vos dizer que é porque tenho andado a mil, sem tempo para nada, mas a verdade é que não tenho tido grande coisa para partilhar convosco. É isso, a minha vida tem andado sem novidades e os assuntos do dia não tenho tido grande vontade de comentar. Enfim, mas depois desta paragem estou de volta. Tenho para mim que a partir de hoje vêm por aí post diários e este blogue vai andar sempre rodopiar pelo vosso feed. Boas notícias, portanto :)