quarta-feira, 28 de maio de 2014
Não saber...
faz-me uma pessoa pior! Tento controlar-me, a sério que tento, mas não saber deixa-me com os cabelos em pé. Passo o tempo todo ansiosa e preocupada. Faz-me mal em todos os sentidos, fico sem paciência. Sou uma pessoa complicada, admito!
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Palermas...
Cada vez há mais. Ou melhor, a dificuldade agora é não encontrar palermas, considerado tão difícil como encontrar o prince charming.Os palermas não são difíceis de encontrar.Normalmente descontraídos, falam pelos cotovelos, não são muito bonitos mas têm o chamado "je ne sais
quoi". No início estranhas, juras até que, qualquer relacionamento para lá do "olá" com um palerma é impensável. Acontece que os palermas costumam ser bastante insistentes, chatos até, e tu que até achas piada às "não piadas" dos palermas lá vais dando espaço para as conversas. Nunca acreditas nas "bajulações" e nem te deixas ir na conversa de engate, mas a determinado momento...Bem não é a determinado momento é mais quando queres passar um fim de semana em grande, em qualquer sítio que envolva praia e noite, e constatas que todos os teus amigos têm companhia menos tu. É nesse momento que o palerma deixa de ser palerma e passa a ser pouco palerma. Aí começas a pensar no "Porque não?". Atenção que do "porque não?" ao "tão in love que estamos" é uma questão de palmo e meio. O inicialmente palerma passa a gostosão, a figura espectacularmente perfeita. E pronto, lá tens a fase do mais que tudo, das mensagens matinais, dos planos a dois, dos ciúmes e bla bla bla que já todos sabemos. O que ninguém está à espera é que um palerma nunca deixa de ser um palerma e depois da fase "espectacularmente perfeita" volta à palermice inicial. Já teve quem queria agora pode ir pregar para outra freguesia. Palerma que é palerma leva isto mesmo a sério, desaparece completamente do mapa, sem deixar qualquer rasto. Até podes tentar contactar o palerma, mas isso é considerado missão impossível, a menos que estejas habituada a conversar com as paredes. Por tudo isto e mais algumas coisinhas, que não vale a pena contar, aviso: Fujam dos palermas!
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Dias de chuva
Sao uma chatice. Com frio entao, é melhor nem falar. Custa a acordar, custa a trabalhar. O bom da coisa? Hoje consegui sair cedo. Banho quente, pijama e boa música. Hoje estou assim, so para mim!
sábado, 17 de maio de 2014
Relações complicadas....
São o meu forte. Até já deixei de tentar, parece que os piores foram escolhidos para mim a dedo. Ontem diziam-me "Tu atrais os malucos" e é um pouco verdade. O melhor de tudo? Com o tempo já pouco "sinto" as desilusões amorosas. Acho que existe aquela fase na tua vida em que podes não saber muito bem o que queres, mas definitivamente sabes bem aquilo que não queres. E eu, para meu bem, estou nessa fase. Não perco tempo, dou em dias por terminado e continuo com a minha vida e os meus projectos para a frente. Já não tenho tempo para isso, vive-se muito. O bom tempo ajuda em tudo, agora é tempo de grandes programas, grandes festas, praia, diversão e tudo e mais alguma coisa.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Exigência precisa-se
E andámos assim, cada vez mais exigentes no trabalho. Intolerância à incompetência e à falta de comunicação. Não me comunicarem as coisas e deixarem que fique surpresa com os acontecimentos tira-me do sério. Há coisas que se complicam única e exclusivamente porque as pessoas não comunicam, não passam a informação. Gente trabalhar em equipa é isso, não guardar tudo para nós. Depois perde-se tempo, dinheiro e paciência desnecessariamente. Assim não vamos lá!
terça-feira, 6 de maio de 2014
E quando menos se espera...
Ficas outra vez com um sorriso nos lábios, dás aquela gargalhada e contagias todos à tua volta. Os problemas parecem deixar de existir e os dramas diários ficam pela metade do tempo. Julga-se viver a vida ao segundo, valorizar até o que pouco ou nada é importante. Trabalhar com gosto. Surpreender sem querer. Os dias maus ainda existem, mas pouco ou nenhuma influência têm. Dizem que é ser-se feliz, e eu também acho que sim. Sabe bem estar assim, sabe bem ser assim!
sábado, 12 de abril de 2014
Ai família...
Não vivo sem a minha família, seja a daqui ou a do outro lado do oceano, mas tem dias em que é difícil. Hoje é mais um deles, parece que alguém disse que os primeiros meses do ano seriam o equivalente a uma avalanche de problemas. Vá lá, costumo ouvir, tentar resolver, lidar com stress e seguir em frente, mas desta vez não está nada fácil...então quando fico com aquele nó na garganta...Gosto deles, só quero que fiquem bem!Quero ajudar, quero ficar, mas não sei até quando ficarei assim!
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