quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Carta aberta...

ao palhaço(a) que me roubou a escova do carro pela segunda vez.

Querido ladrão,

Hoje pela segunda vez cheguei atrasada ao meu trabalho graças a ti e por isso o meu obrigada. Contudo, aviso-te já que andar em stress logo pela manhã e ainda para mais por uma escova não é de todo a minha praia. A coisa piora se estiver a chover (foi o caso). Sabes que o meu cabelo encaracolado odeia com todas as forças a chuva. Além disso, e apesar de adorar tomar o pequeno almoço no café, confesso que no Intermarché faz-me alguma confusão. Por isso, peço-te, por favor, que da próxima vez escolhas outra vítima, ou então vai só ao Intermarché, aquilo é de boa qualidade e caramba são só 8 euros (não achas uma pechincha?). Se não quiseres seguir este meu humilde conselho só te posso desejar boa sorte porque da próxima vez acho que não vais gostar da surpresa. Um bom dia desta tua mais recente inimiga.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Sobre ontem...

Dizia eu à minha companheira de ginásio "Tenho de deixar de fazer isto". Com "isto" quero dizer zumba, nada contra quem o faz, até porque eu também sou das personagens que lá param uma vez por semana. Acreditem eu até gosto daquilo, mas quando começam com aqueles gritos, fico sempre meio "abananada". Estamos lá no meio a dançar o "bailando" do amigo Enrique, quando se lembram de mandar mais uns berros, juro que não percebo. Talvez aquilo ajude a libertar o stress sei lá, mas eu não gosto. Faz-me confusão, ao ponto de me sentir uma alien ali no meio. Depois disto percebi que tenho de me deixar de merdas e voltar para o TRX.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Ás vezes...

estamos tão tristes, ou tão chateados, que inconscientemente culpámos alguém por isso. Achámos sempre que a culpa é de alguém por nos sentirmos assim. E por isso "berrámos" contra o mundo. Só que o mundo nem sempre tem culpa, às vezes é só mesmo a vida a mostrar-nos que não podemos estar bem sempre!

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sobre a nossa política...

Ridícula acho que é a palavra que melhor define a situação actual. Andam a brincar ao toca e foge. Cada vez acredito mais que eles estão a lixar-se para o país, a única coisa que lhes interessa é o seu umbigo.

Dizem que...

todos os trabalhos têm os seus "quês", que há dias bons e dias maus, que há dias em que ficámos fartinhos até aos cabelos daquilo que fazemos. Só que depois há aqueles que fazem o que gostam, que têm trabalhos de santo, com coisinhas boas todos os dias e eu só consigo pensar porque não me calhou a mim um destes trabalhos, eu era tão mais feliz.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Não sou...


Uma pessoa insensível, nunca fui. Só que quando me magoam as coisas mudam, mudam sempre. É difícil esquecer quando doí. Não se consegue fingir carinho, nem afeição, nem ternura, essas coisas não dão para fingir, nem para disfarçar que se tem, são o que são. Só conseguimos demonstrar quando sentimos. Não é não ser, não é não ter, é já não sentir. Dizem que quando nos magoam é assim, sentimos o que não queremos e depois já não conseguimos sentir o que queremos. Sentimos tanto que depois deixámos de sentir.